Por que Sofremos?
Nos comentários do artigo da semana passada falamos muito sobre o sofrimento da fase final do relacionamento. A questão ficou no ar e é o motivo para eu dar continuidade ao assunto hoje. Como já percebemos que cada sentimento humano está relacionado a alguma reação quÃmica em nosso cérebro, o sofrimento não poderia ser diferente.
Para começar vamos analisar os motivos que levam ao fim de um relacionamento e o sofrimento:

O fim da paixão e da atração, são grandes motivos para dar inicio a infidelidade. Como eu havia comentado sobre a evolução monogamica humana, o homem daria amparo a mulher e ao filho até que atingissem a independência. Aposto que voce ainda não tinha pensado nisso, mas a natureza não tem como ideal o Amor. Ela trabalha para que a espécie se reproduza podendo garantir a evoluçao e sobrevivencia. Tomando nota disso podemos saber que todas as reaçoes que criam o amor estão destinadas a terminar. Está no instinto humano voltar a procriar.
O ciúme é outro principal causador  do fim dos relacionamentos. No homem ele atinge uma parte do cérebro que é responsável pelo desejo sexual. Instintivamente ele quer evitar que a mulher procrie com outro homem. Na mulher a reação se dá em uma parte que está relacionada a percepçao emocional nas outras pessoas, pois ela teme que o homem se envolva com outra mulher emocionalmente e pare de dar o amparo a “famÃlia”.
Mas o real sofrimento na fase final da relação se dá aquela substancia que comentamos no ultimo artigo chamada dopamina, que é responsável pela paixão. Ironico? Poie é, seu cérebro estava acostumado com aquela recompensa (a pessoa amada), e estar prestes a perde-la reativa a dopamina (substancia responsável pelo desejo de recompensa). Significa então, que o abandono causa sim aumento da paixão.
Segundo neurologistas, a perda se divide em duas etapas, sendo a 1a o protesto. Voce faz promessas, sacrificios, chora, esperneia, fica louco para reatar e tomar devolta o que é “seu”.

Mas aà vem a 2a fase que é a aceitação. Nela as pessoas reagem de diversas formas: deprimem, questionam, odeiam, matam. Mas o principal é que no fim a maior parte das pessoas superam, e voltam a estaca zero. Vale destacae que a superação geralmente leva metade do tempo que pensamos que irá levar, e não sou eu dizendo, e sim estudos das Universidades de Massachussetts e Northwestern.
Então relaxem, “Não há bem que nao se acabe, nem mal que dure para sempre”.
Abraços e até mais um Hormônios com Café na próxima sexta-feira.













Mariana Cataldi. »
Sim, estou na segunda fase do sofrimento. Tenso, é.
Adorei o artigo!
Cannibal »
Espero que esteja se saindo bem, Mariana. O mais difÃcil é sair da fase 1.
Mariana Cataldi. »
Foi um processo lento a fase 1. Mas acho que estou me saindo bem nessa fase! xD
Mariana Cataldi. »
ps: eu adorei a segunda foto, a da libertação. xD